Análise de Óleo Lubrificante
O óleo lubrificante carrega a assinatura do desgaste interno do equipamento antes que ele apareça em qualquer outro sintoma.
O óleo já está dizendo o que está desgastando lá dentro.
Contaminação por água ou partículas sólidas, presença de metais de desgaste e degradação química do óleo alteram suas propriedades muito antes de qualquer falha visível no equipamento. Sem análise laboratorial periódica, essa informação se perde e a troca de óleo passa a ser feita por calendário, não por condição real.
Coletamos amostra de óleo nos pontos definidos pela rota de monitoramento e enviamos para análise em laboratório especializado, avaliando viscosidade, contaminação (água e partículas sólidas) e presença de metais de desgaste, classificando o nível de contaminação segundo a ISO 4406. O resultado indica se o óleo ainda está apto ao uso e se há desgaste anormal em curso em algum componente interno.
Coleta de amostra
Coleta padronizada de óleo em ponto representativo, evitando contaminação externa da amostra.
Análise laboratorial
Ensaios de viscosidade, contaminação e partículas metálicas de desgaste em laboratório especializado.
Classificação ISO 4406
Classificação do nível de contaminação por partículas segundo a ISO 4406.
Relatório técnico
Parecer sobre a condição do óleo e indícios de desgaste interno do equipamento, com recomendação de ação.
O que isso muda na sua planta
Troca de óleo por condição, não por calendário
Evita troca antecipada desnecessária e, ao mesmo tempo, evita manter em uso um óleo já degradado.
Detecção precoce de desgaste interno
Metais de desgaste no óleo indicam deterioração de componentes internos antes de qualquer sintoma de vibração ou ruído.
Complementar à análise de vibração
Enquanto a vibração detecta dano mecânico já instalado, a análise de óleo detecta o início do desgaste.
Rastreabilidade do lubrificante
Histórico documentado da condição do óleo ao longo do tempo, por equipamento.
Precisa parar o equipamento para coletar a amostra?+
Na maioria dos casos, não. A coleta é feita com o equipamento em operação ou logo após a parada, seguindo procedimento que evita contaminação externa da amostra.
A análise de óleo substitui a troca periódica?+
Não necessariamente substitui, mas orienta o intervalo correto de troca com base na condição real do óleo, em vez de um prazo fixo de calendário.
Com que frequência devo analisar o óleo?+
Depende da criticidade do equipamento e do volume de óleo do sistema. Definimos a periodicidade junto com sua equipe de manutenção.
O diagnóstico começa com uma conversa técnica, não com uma venda.
Fale diretamente com a nossa equipe técnica sobre a criticidade dos seus ativos e a rota de monitoramento que faz sentido para a sua planta.
